Dubai não é um destino barato nem para turistas, menos ainda para mochileiros.
Logo no aeroporto já tivemos um gasto inesperado.
Houve uma má comunicação entre nós, a mulher do escritório da Emirates que nos vendeu a passagem, a língua inglesa e japonesa...Não somos fluentes, mas com certeza ela não nos informou que era necessário tirar visto antecipado e já ter reserva em hotel (ou na casa de alguém, desde que esse alguém cuidasse do visto pessoalmente) no stop-over em Dubai.
Conclusão: US$ 520 dólares imprevistos para visto + hotel indicado pela imigração.
O hotel era 3 estrelas. Saiu até barato, porque só os vistos custariam US$ 150,00.
Bem, o hotel custou então US$ 370,00 para 4 noites. Deu então US$ 46,25 por dia por pessoa.
Pela qualidade do hotel foi muito barato.
A alimentação em Dubai é um pouco caro, mas nada de assustar. Com comida gastamos 12,30 por dia por pessoa. Comemos algumas vezes a marmita do carrefour para economizar e no passeio do deserto a comida estava incluída. Além disso, o Evandro e a Carola não deixaram a gente pagar nossa parte quando almoçamos juntos.
De transporte gastamos pouco. O Evandro nos levou de carro para passear, fora isso, gastamos US$ 8,00 por uma corrida de táxi e 1 Dirham cada para atravessar de barco o Dubai Creek.
O passeio do deserto custou US$ 70,00 para cada. É um pouco caro, mas vale cada centavo fazer o rally no deserto.
O preço do Dubai Museum é simbólico, acho que nem chegou a US$ 1,00.
9 de maio de 2008
Gastos da viagem - Parte 8: Dubai
8 de maio de 2008
Matéria na Revista Alternativa (Japão)
Clique na imagem para vê-la ampliada.

Revista Alternativa (Maior revista para a comunidade brasileira residente no Japão). Matéria sobre Dekasegis (brasileiros que vivem no Japão) que botaram o pé na estrada de mochilão.

Fomos entrevistados sobre nosso mochilão na Ásia pela Jornalista Claudia Yoscimoto e o resultado são essas duas páginas que fazem parte da matéria de capa.

Obs: a lista de bagagem é uma compilação de todos os entrevistados. Nós não levamos calça jeans. Calça tactel ou similar é mais apropriado, e 1 par de chinelo acho que já dá.
Quanto ao guia, acreditamos ser melhor utilizá-lo como fonte, mas que não seja a única. É aconselhável navegar muito na net atrás de dicas de viajantes, montar seu próprio roteiro, imprimir e levá-lo, deixando o guia em casa.
Os guias são muito pesados e nem sempre úteis. Informações mais apuradas só mesmo no destino turístico.

Revista Alternativa (Maior revista para a comunidade brasileira residente no Japão). Matéria sobre Dekasegis (brasileiros que vivem no Japão) que botaram o pé na estrada de mochilão.

Fomos entrevistados sobre nosso mochilão na Ásia pela Jornalista Claudia Yoscimoto e o resultado são essas duas páginas que fazem parte da matéria de capa.

Obs: a lista de bagagem é uma compilação de todos os entrevistados. Nós não levamos calça jeans. Calça tactel ou similar é mais apropriado, e 1 par de chinelo acho que já dá.
Quanto ao guia, acreditamos ser melhor utilizá-lo como fonte, mas que não seja a única. É aconselhável navegar muito na net atrás de dicas de viajantes, montar seu próprio roteiro, imprimir e levá-lo, deixando o guia em casa.
Os guias são muito pesados e nem sempre úteis. Informações mais apuradas só mesmo no destino turístico.
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